Com o fim do verão, aumenta a incidência de resfriados e demais doenças respiratórias; suplementação é uma alternativa prática e eficiente para suprir as necessidades diárias de nutrientes que auxiliam no fortalecimento do sistema imunológico, sobretudo para crianças. 

 

Março marca o fim do verão. Junto com o outono, chegam as mudanças de temperatura – muitas vezes bruscas – e pancadas de chuva capazes de comprometer a imunidade até das pessoas mais saudáveis. Ou seja: de agora até o fim do inverno, está aberta a temporada das doenças respiratórias típicas das estações mais frias – principalmente em crianças.

Para evitar esse tipo de problema, é preciso cuidar da nossa imunidade. Isso se consegue por meio de uma alimentação balanceada, horas suficientes de sono e atividade física regular. Porém, com a correria do dia a dia e com os hábitos dessa vida moderna, nem sempre é possível estar em dia com todos os cuidados com a saúde. Para isso, é possível recorrer à suplementação, sobretudo a de ácido ascórbico, conhecido como vitamina C.

A vitamina C atua como antioxidante, protegendo o organismo da ação danosa dos radicais livres, substâncias que estão ligadas ao aparecimento de doenças. Alguns alimentos são conhecidos por ser ricos nessa substância. É o caso da laranja, da acerola e do kiwi, entre outros. Porém, não é preciso recorrer apenas a esses itens específicos para se obter os índices de vitamina C necessários para o organismo.

 

É o que explica a nutricionista Jordana Braga, especialista em Prescrição de Fitoterápicos e Suplementação Clínica Nutricional e Esportiva da Natulab, um dos maiores laboratórios dedicados à fitoterapia, medicamentos isentos de prescrição e suplementos no País. “Durante o dia, consumimos vários alimentos que são fonte, por exemplo, de vitamina C. O importante é entender a composição geral do seu cardápio diário e as necessidades individuais. Por isso, é fundamental contar com o acompanhamento de um nutricionista ou nutrólogo para prescrever um plano completo e balanceado”, afirma.

Já para os casos em que há deficiência ou aumento das necessidades de vitamina C no organismo – e em que a ingestão diária por meio da alimentação não é suficiente –, uma alternativa bastante prática é a suplementação, disponível em qualquer farmácia. Aqui, vale fazer uma diferenciação: suplemento não é medicamento. “A suplementação vitamínica auxilia no processo de fortalecimento da imunidade, evitando problemas de saúde, como resfriados e gripes – ou seja: na prevenção. Porém, se a pessoa já tiver contraído alguma infecção, a suplementação será apenas um coadjuvante. O ideal é procurar o atendimento médico e seguir suas orientações”, aponta Jordana.

Outro equívoco comum é o raciocínio de que, quanto mais vitamina, mais fortalecido ficará o organismo. Isso é um erro. “Assim como qualquer substância que ingerimos, o excesso de vitamina C pode causar intoxicação, que poderá se manifestar por meio de náusea ou diarreia”, esclarece Jordana. Mas não há motivo para ter medo: seguindo as recomendações da embalagem e as orientações do médico ou nutricionista, problemas desse tipo estão longe de acontecer.

Para crianças, que estão em fase de crescimento e são mais suscetíveis a infecções, o consumo de vitamina C é ainda mais importante. Afinal, a deficiência desse nutriente pode causar sintomas como fadiga, perda de apetite, diminuição da força e irritabilidade – o que pode, inclusive, comprometer o desenvolvimento e aprendizado. “É importante que a mãe observe se o filho está tendo uma alimentação adequada, com consumo diário de legumes, verduras e frutas. Caso haja alguma dificuldade nesse sentido, a suplementação é uma alternativa interessante”, explica Jordana.

É possível encontrar a vitamina C em formato de comprimidos ou em gotas. No caso do uso por crianças, é mais fácil utilizar a versão em gotas, uma vez que as gotas vêm com sabor, como caramelo, o que facilita a ingestão e a aceitação.

A recomendação diária de consumo de suplemento de vitamina C é a seguinte: entre 2,25 mg a 385 para crianças de 1 a 3 anos; de 3,75 mg a 625 mg para crianças dos 4 aos 8 anos; de 11,25 mg a 1.125,65 mg dos 9 aos 18 anos; e de 13,5 mg a 1.916,02 mg acima dos 19 anos. Já para gestantes, a recomendação de consumo diário é entre 12,75 mg e 1.723,43 mg; e para lactantes, entre 18 mg e 1.726,73 mg. Como a concentração varia entre cada fabricante, é importante verificar a recomendação de uso presente no rótulo. No caso do Viter C Gotas, da Natulab, a recomendação é: dos 4 aos 8 anos: três gotas (0,30 ml) de uma a quatro vezes ao dia; e a partir dos 9 anos, 20 gotas (1 ml) de uma a quatro vezes ao dia.

 

Sobre a Natulab 

A Natulab atua na produção e na venda de fitoterápicos, medicamentos isentos de prescrição e suplementos alimentares, sendo a 10ª colocada no ranking de maiores laboratórios farmacêuticos do País em unidades vendidas. Com sede em São Paulo, a empresa foi fundada em 2000 em Santo Antônio de Jesus (BA), onde mantém sua unidade fabril. O portfólio da Natulab conta com mais de 200 produtos, fabricados nos mais altos padrões de qualidade exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre eles Seakalm (Passiflora incarnata), Viter C (ácido ascórbico), StarforC (aspartato de arginina e ácido ascórbico), Varivax (Aesculus hippocastanum), Hidraplex (reidratante oral), Hidralyte (reidratante oral) e Xarope de Guaco (Mikania glomerata).

Fonte: CDI Comunicação Corporativa

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